Como prometido, fiz as unhas e corri para fotografar e para mostrar para vocês. Usei duas camadas do Metal Glam, duas do Na Mira e uma de roxinho. Fiz fotos de todos os jeitos. Vamos dar uma olhada de perto?
O prisma no vidrinho:
O esmalte, no sol...
Na sombra, sem flash, dentro de casa (ele não brilha em todas as condições, mas também não depende do sol ou de luz direta para aparecer):
Dá para ver perto dos reflexos brancos um brilhinho rosa? Além do glitter holográfico ele tem minúsculas partículas cor-de-rosa, que produzem de acordo com a luz um leve efeito. Só eu percebi isso?
No sol:
Na sombra, sem flash:
Dá para ver o prisma espalhado que ele forma, amigans?
Agora que vocês viram as fotos, vou contar o que achei do babado. Para começar, a descrição: de base transparente na cor grafite, o Na Mira tem uma boa quantidade de glitter holográfico muito fino, que não cria aquela casca sobre a unha, mas um acabamento quase tão liso quanto um esmalte comum, cremoso. O relevo é muito pequeno e com um top coat ele some. Comparado com a linha 3D da Top Beauty ou com os Glitter Forte da Hits, ele é super liso. Ponto para ele, pois quase ninguém gosta da unha com aspecto de lixa.
Seu glitter brilha muito e realmente reflete as 7 cores do arco-íris conforme a incidência da luz. Por ser finíssimo e em grande quantidade, ele forma um prisma que é mais visível no vidro, mas que também aparece na unha. O efeito de luz e de cor dele é muito semelhante ao dos
esmaltes holográficos da Milani, com partículas refletoras grandes e prisma mais difuso que o de esmaltes holo como o
Original da O.P.I ou os da China Glaze (Coleção OMG), como o
IDK.
Teve gente que amou e teve gente que amou. Na minha humilde opinião, ele é LINDO e é a melhor tentativa nacional de esmalte 3D. Não é um glitter holo comum como muita gente está pensando; para entender é preciso ver, pois ele é bem mais fino e concentrado. Acho que a Impala conseguiu fazer um belo esmalte com efeito especial e, ao mesmo tempo, contornar o problema do preço (que por incrível que pareça deve ser o motivo de não fazerem holográficos power no Brasil).
Sério, tenho certeza de que as empresas, mesmo as grandes e mesmo com todas as informações provenientes da blogosfera, de um batalhão me mulheres holomaníacas que pagam fortunas por hologringos, têm medo de investirem na produção e de terem prejuízo. Tudo bem que a maioria das brasileiras são alheias à moda e gostam mesmo do rendinha, bem caretinha, mas preju eles nunca teriam. Ao contrário, aposto que uma boa linha holográfica no mercado nacional esgotaria rapidinho e deixaria as mulheres loucas. Enfim, vamos continuar torcendo para que resolvam abrir a cabeça e parem de achar que toda brasileira é conservadora. Putz, não vejo a hora de nos libertarem dessa mentalidade ultrapassada! Deem ao povo o que o povo quer!
E vocês, já usaram o Na Mira? O que acharam? Gostaram, se decepcionaram? Quanto ao Metal Glam, chumbo-quase-preto perolado com micro-brilhos prateados, achei bonito, mas não faz meu tipo. Serviu como base para o 3D. Não achei original nem me fez dar gritinhos frescos e indecifráveis. Já o 3D me fez (faz) olhar para unhas toda hora.
O restante da coleção ainda vou avaliar, mas vi muita gente reclamar que a pigmentação do Azul Aviador e do Verde Militar é muito fraca. Nisso a Impala merece um "tá ligado" ou um "pescotapa" ou um "cascudo" ou... vocês entenderam, né? Não é de hoje que alguns esmaltes da marca são uma caca na pigmentação, aconteceu com a Coleção Aqua, com a Tropicaliente e agora de novo. Colé, Impala? O Na Mira é legal, mas vamos melhorar a qualidade das outras cores, pois a mulherada paga caro nos esmaltes e quer e merece qualidade. Falei? BJK
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